domingo, 17 de maio de 2015

HQ incentiva a doação de medula óssea

A jornalista Flávia Freitas perdeu o irmão e uma prima para a leucemia e desde então desenvolve o projeto 'Quinta do Bem'
Uma história real de luta contra a leucemia é tema de uma revista em quadrinhos que foi lançada em Belo Horizonte sexta-feira (15/05). Em quatro páginas, a jornalista mineira Flávia Freitas narra a história da perda do irmão Anderson e da prima Ana Paula para o câncer. Desde então, ela milita pela luta contra a doença com o projeto ‘Quinta do Bem’, campanha que incentiva a doação de medula óssea.

Fotos: facebook.com/quintadobemoficial
Em formato lúdico e didático, o objetivo é incentivar os leitores ao gesto solidário que pode salvar vidas de quem precisa do transplante. Segundo Flávia Freitas, o público infantojuvenil pode ser um excelente multiplicador da campanha pela doação de medula óssea.



O roteiro escrito pela jornalista teve a revisão da pedagoga Gisele Gomes Olavo, as ilustrações originais da revistinha foram criadas em aquarela pelo artista plástico Renato César Oliveira e a diagramação elaborada pela publicitária Vanessa Avelar.


Fontes:
https://zinebrasil.wordpress.com
https://www.facebook.com/quintadobemoficial
Jornal Alterosa

terça-feira, 29 de abril de 2014

Estudantes lançam desafio de doar sangue na internet

Ação é em contrapartida a outro desafio: de beber cerveja.

Desafio doação de sangue

Em Uberaba, uma aposta entre amigos está ajudando a aumentar o estoque do banco de sangue do Hemocentro. A ideia é simples: doar sangue e desafiar que três amigos doem também. A proposta dos estudantes é transformar uma brincadeira perigosa, que virou febre nas redes sociais envolvendo bebida alcoólica, em uma boa ação. Já que no início do ano, vários vídeos postados na internet mostravam jovens bebendo meio litro de cerveja de uma só vez, e desafiando outros amigos a fazerem a mesma coisa.


O vídeo colocado em uma rede social mostra uma estudante desafiando três amigos a uma boa ação. Luiza Corá foi uma das desafiadas e não pensou duas vezes. "Eu doei semana passada, já desafiei meus amigos, alguns já doaram, alguns ainda estão para doar e outros vão doar alimentos porque não puderam participar. A minha parte já está cumprida", disse.


Quem não pode doar, pode ajudar com doação de alimentos. A estudante Vitória Martins não pode doar porque não tem peso suficiente, mas ela não desanimou e entrou na brincadeira. "Não consegui porque não tenho o peso ideal, mas eu vou doar o quilo de alimento não perecível", disse.


Já a estudante Bruna Vieira passou pela triagem e cumpriu o desafio que recebeu de uma amiga. Foi a primeira vez que ela doou sangue. "O mesmo tanto de gente que a campanha da cerveja conseguiu atingir, que a gente consiga também, para ajudarmos outras pessoas", disse.


Reprodução de matéria do portal g1.globo.com 07/03/2014


sexta-feira, 8 de novembro de 2013

sábado, 31 de agosto de 2013

domingo, 28 de julho de 2013

Doação de órgãos

Reprodução de postagem publicada no blog http://miltonkennedy.blogspot.com

Doação de órgãos

Há pouco tempo um palestino virou manchete na imprensa mundial, não por ser protagonista de um dos muitos conflitos que têm abalado as relações e a paz dos povos do Oriente, mas por realizar um gesto nobre. O mecânico Ismael Khatib deu uma verdadeira lição de fraternidade ao doar os órgãos de seu filho Ahmed, morto pelo Exército de Israel, a pacientes, daquele país, necessitados de transplante.
O palestino perdeu o filho, de apenas 12 anos, alvejado por soldados israelenses durante uma operação de busca no campo de refugiados de Jenin. 
Entre os beneficiados pelo gesto de Khatib estavam um bebê de 7 meses e uma mulher de 58 anos; alguns eram judeus, árabes-israelenses e uma garota drusa. 

Transplante de órgãos

Conforme reproduziu o jornal Folha de São Paulo, Khatib teria dito: “Eu me sinto bem pensando que os órgãos de meu filho estão ajudando seis israelenses... Eu acredito que o meu filho está agora no coração de todo israelense”.
O fato é que, aquele pai, dolorido pela separação violenta do filho amado, encontrou forças para beneficiar pessoas. Não indagou se pertenciam à sua mesma nação, ao seu povo, à sua família. Não perguntou se eram amigos ou inimigos. Simplesmente doou

Aqui no Brasil, embora as campanhas promovidas e a facilidade que se tem para doar órgãos, ainda é muito grande a fila de espera. A quantidade de brasileiros aguardando por transplante chega a 60 mil, segundo a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO). 
Para se doar órgãos, basta hoje apenas a manifestação favorável da família. Lembrando que a retirada de órgãos só é iniciada após o diagnóstico de morte encefálica, incluindo o tronco neural que comanda involuntariamente as funções vitais básicas; (maiores informações na página da ABTO: www.abto.org.br).
A doação de órgão não é contrária às leis da natureza, porque beneficia a vida, além disso, é uma oportunidade para que se desenvolvam os conhecimentos científicos, colocando-os a serviço de vários necessitados. 
Os doadores colaboram com a vida. O Espírito se liberta da carne e permite a outros o retorno da visão, a desvinculação de procedimentos morosos e dolorosos. Permite que um pai retorne ao lar, que o profissional retome atividades interrompidas, ou que o jovem volte a tecer sonhos de estudo e produtividade.
Pensemos nisso.

Texto transcrito das seguintes fontes:
Boletim SEI nº 2054 (11/8/2007), do Lar Fabiano de Cristo;

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Doação de Medula Óssea

          Olá amigos, a idéia deste blog é divulgar através da internet a importância da doação de medula óssea, assim como a realização de campanhas para possíveis doadores, afinal este gesto de amor pode salvar vidas!
            Para ser um doador, além da sua vontade, é preciso ter entre 18 a 55 anos e estar com boa saúde (diabéticos e hipertensos também podem doar) e não há peso mínimo como para os doadores de sangue.

Doação de medula óssea
Ilustração: Milton Kennedy

         Através de uma pequena amostra do seu sangue (5 ml) são realizados testes que determinam as características genéticas que são necessárias para a compatibilidade entre doador e paciente. Verificada a compatibilidade só aí o doador é convocado para fazer a doação.
          Muitos imaginam que retiram toda nossa medula, mas na realidade é extraído menos de 10% (e ela recompõe-se rapidinho, em torno de 15 dias). Há duas formas de coleta: pode-se retirá-la através de uma agulha inserida próximo à bacia, ou ainda pela veia, depois de ingerida uma medicação que faz as células da medula migrar para o sangue periférico.
          Para o doador, a doação será apenas um incômodo passageiro, mas para o paciente, será a diferença entre a vida e a morte.
        Participe também divulgando esta campanha. Reproduza o desenho acima em seu blog, site ou facebook, incremente o texto e vamos difundir este ato de solidariedade. Ah, e procure o hemocentro mais próximo de sua residência para fazer seu cadastro de doador de medula.
Fontes de pesquisa para elaboração do texto: